quarta-feira, 14 de maio de 2014

Do picolé de côco branco à delícia da intimidade

Na minha cidade tem uma sorveteria bem tradicional, o "bar do Nenê", que, desde que me conheço por gente, está ali, no mesmo lugar, com o mesmo dono e os mesmos sorvetes. Tudo intacto! E é lá que tem um picolé que me faz perder a cabeça (ou achar a cabeça... rsrs... acho que achar é melhor!): o picolé de côco branco! Esse picolé tem o poder de equilibrar meu astral. Incrível! Eu saboreio tão devagar, com tanta cerimônia e dedicação, que chega a ser um ritual de gostosura! No fim ficam os fiapinhos de côco, chatinhos porque entram entre os dentes, mas deliciosos porque são a prova de que o picolé é de côco de verdade! E eu gasto "teeeeeempo" com ele... vivendo prazeirosamente cada tempo de degustação. E isso é só com ele que acontece, outro não serve... outro não surte o mesmo efeito. Sou fiel ao meu picolé de côco. Somos íntimos, por isso que é tão bom.

Ahhh... como é boooom a tal da intimidade! Ser essência, ser sem medo, ser! E isso só a intimidade proporciona, um contato com o outro desprovido de máscaras, de jogos... de receios. A intimidade permite que você seja inteiro num momento de amor, inteiro com tempo, tempo com qualidade. Tem coisa mais gostosa do que passear na pele vagarosamente de quem você gosta? De quem você tem intimidade?  Não tem, né?

Outro dia li uma matéria muito legal na revista "Vida Simples" (quem quiser ler, super indico, clique aqui), que fala da diferença do fugaz e da intimidade. E numa parte a autora (ótima!!!) menciona os famosos "puladores de galho em galho" e que não tem o prazer de curtir uma intimidade de verdade, achei bacana essa parte: 

"Como num parque de diversões eterno, ficam em longas filas, na chatice da espera, para viver instantes de vertigem. Prefiro gastar meu prazo tomando um vinho com a Intimidade. Essa, é mais próxima da Felicidade. Acho que nunca terminarei de comemorar a permanência do amor como um presente que recebo a cada dia. Um pacote de presente que nunca abro. O mistério de seu conteúdo faz parte da felicidade de tê-lo em mãos."

É isso... eu não troco o meu picolé de côco por nada. Porque o que ele desperta em mim, essa delícia da intimidade, não é pra qualquer um. O côco queimado não tem a menor chance comigo! :)  E sempre que eu tiver que escolher, é a intimidade que vai sempre ganhar o meu coração.

domingo, 20 de abril de 2014

Poderia ter sido você...


Contar a história de vida de alguém é uma grande aventura pra dentro da gente mesmo. Me deparo o todo tempo nos meus dias de trabalho, na produção da biografia da minha cliente amada, com cenas minhas, com frases minhas e com muitos sentimentos meus. Aí fico pensando que é porque no fim das contas nós todos, de um jeito ou de outro, somos iguais. Iguais nos medos, nas dúvidas, nas “cagadas” que fazemos pela vida afora, no amor que não deu certo e naquela maldita chance que a gente não deu para alguma pessoa ou situação que poderia ter mudado completamente, de um jeito bom e surpreendente, o rumo de toda a nossa história.

Ela tem me falado muito sobre perceber tardiamente a importância dos outros, em insights “retardados” que só chegam muitos anos depois, quando não existe mais o menor vestígio do leite derramado. Ela fala com grande sabedoria e aceitação sobre isso e me faz entender que tudo é nosso, sabe? Temos que aceitar a gente sempre com amor, mesmo reconhecendo que boicotamos a nós mesmos. Mas no fundo eu percebo uma pontinha de tristeza no olhar, às vezes perdido, vislumbrando, quem sabe, uma vida diferente do que foi.

Nunca vamos saber como teria sido. O que poderia ter sido. E isso não é mesmo um sentimento dos melhores. Hoje escutando sobre uma história de amor que nunca foi história e que nem mesmo foi amor, me vejo em cada palavra, em cada olhar, em cada silêncio dela. Quando eu olho pra trás vejo que poderia ter sido você o amor que eu nunca tive, você que eu não percebi, você que não me percebeu. Você que foi embora antes da hora. Você que ficou sem que eu quisesse. Você que não apareceu naquele dia que eu esperei. Eu que desisti antes do fim. Você que não me viu como eu gostaria que tivesse visto. Eu que nunca nem notei o seu amor por mim.

Isso é vida. Isso é a história de cada um.


E hoje, aqui um pouco dolorida, carrego em mim o desejo de que, quando eu estiver no lugar da minha cliente, quem sabe contando a minha própria história, que eu dê um sorriso bem gostoso, um suspiro só meu, uma despreguiçada daquelas de quando a gente está bem feliz (sabe?), com o coração bem aconchegado e finalize o livro, escrevendo DE-LI-CI-O-SA-MEN-TE: que bom que foi você! 

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Eu e o pinhão, o pinhão e nós...

Por esses dias estou me "fartaaaaaaando" de comer pinhão! Ai que DE-LÍ-CIAAAAAA! Comi deliciosamente sentada na grama, num bate papo maravilhoso, nesse sábado à tarde, com um monte de gente querida, e ontem à noite em pé na cozinha com a Cibele, situação não menos especial, mas bem peculiar... em pé, apertadinhas no canto da pia, muito engraçada a nossa "urgência" de comer, como se os danados fossem sair correndo de nós. Porque não sentamos pra saborear o momento com mais calma? Porque cada momento é único, né? E essas urgências... são sempre inexplicáveis mesmo!

Mas a minha viagem com o pinhão "É" uma viagem. O pinhão sempre vem numa fase boa da minha vida e eu não tenho UMA lembrança sequer de ter comido pinhão triste. Eu acho que o próprio ato de comê-lo já me inunda de felicidade, instantânea. Pinhão vem no comecinho do frio, é coisa que a gente não tem sempre, danadinho que faz a gente sentir saudade. Pinhão mora nos lugares que despertam muuuuito amor em mim: nas montanhas. Nas alturas. Onde tudo pode ser visto, onde o vento sopra com liberdade, onde o sol chega primeiro.

E eu adoro quando alguém come pinhão e lembra de mim. No meu aniversário eu sorri com taaaaaanto coração quando a Karina, amiga linda de todas as vidas, mencionou, em uma mensagem linda que ela me escreveu, que nós temos em comum o amor pela música, pela fotografia e pelo pinhão! É tão gostoso quando alguém presta atenção na gente, né? Que sensibilidade ela lembrar que eu gosto de pinhão! Eu amei isso. Certamente tivemos momentos mágicos ao redor de uma panela cheia de pinhão e com muita prosa da "mió" qualidade e ela, sensível como é, deve ter observado meu olhar de menina encantada saboreando essas gostosuras.

Tem gente que não curte pinhão pela complexidade do ato de comê-lo. Mas é essa complexidade que me apaixona... e comigo não tem essa de comer com faca, é na dificuldade mesmo que é legal! Ficar naquela surpresa de como vai ser, se vem um pinhão bom ou aquele que amarga a boca da gente de um jeito horrível... e os amargos vem mesmo de qualquer jeito, mas nada como um pinhão dos bons em seguida  pra tirar essa sensação ruim. Igual a vida da gente mesmo, quem pode saber o que vem a seguir? A gente só pode saber que os bons existem e que amargo nenhum vai tirar da gente a delícia de acreditar em todo o bem que existe.

E viva a temporada de felicidade, das mais simples e mais gostosas que existem!
:)

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

A arte que me invade

Ouvi dizer que hoje é dia do artesão. Se não for verdade valeu pelo devaneio de hoje... rsrs... Quando vi no facebook dizendo que era, fiquei pensando nas surpresas boas e engraçadas .... e muito inesperadas que a vida manda pra gente de vez em quando. O artesanato foi uma dessas surpresas nunca imaginadas. Pois é, né? Acho que pra vida da gente dar certo e fluir com gostosura a gente tem mesmo é que não ligar e nem pensar nas nossas limitações. Quando que eu ia imaginar que minhas mãos tortinhas podiam pintar, fazer decoupagens e criar uma imensidão de coisas... é possibilidade pra mais de metro, gente! rsrs... Fico encantada e maravilhada em ver que de um pensamento, de uma ideia, intuição, de uma inspiração surge uma arte, uma peça que nunca existiu... como assim nunca existiu, né? Que coisa linda isso.

Eu sempre gostei de arte, mas nunca pensei que pudesse fazê-la!  Que pudesse ter esse poder criativo. A emoção que eu sinto desde o primeiro quadro  é exatamente a mesmo até hoje. Chega a ser engraçado, quando eu e a Daisy terminamos nosso dia de trabalho, ficamos um longo tempo silencioso "namorando e lambendo nossas crias", a gente se perde observando  e vagando em cada "detalhezinho' e acabamos rindo uma da outra com a nossa viagem, individual, mas sempre tão compartilhada! E tudo isso é "culpa" da Daisy, minha sócia e amiga iluminada, que me apresentou esse mundo encantado do artesanato. E nunca vou poder agradecê-la à altura por tamanha bondade, porque tudo isso  ( a arte) chegou numa das horas mais propícias da minha vida, quando eu mais me sentia uma ninguém.  Característica ímpar do lindo do artesanato: curar as tristezas da alma.

O artesanato não é a minha fonte de renda, poderia ser que eu ia ficar beeeem feliz, mas infelizmente estamos longe de chegar à uma valorização satisfatória. Mas ele tem o incrível poder de me manter dentro de mim, de me aproximar de quem eu sou, da essência mais verdadeira, que talvez  poucas pessoas tenham conhecido, mas posso dizer seguramente que é a minha melhor parte.

A Daisy me dizia sempre nos nossos primeiros tempos com nossa micro empresa "Arteiras in Box", que a pintura faz a gente esperar com mais doçura e confiança por tudo que queremos que chegue na nossa vida. Eu achava lindo quando ela dizia isso e pude comprovar a veracidade da teoria. Quando a gente se perde entre tintas, pincéis, colas, tesouras e caixas tiramos o foco de tudo aquilo que não está funcionando muito bem na vida da gente, e, ao tirarmos o foco, permitimos que o universo faça o que tem que ser feito. É uma alquimia, das mais bonitas que já vi.

Por isso hoje, no dia ou não do artesão, o meu melhor abraço, mais apertado e mais cheio de gratidão, vai pra querida Daisy que fez e continua fazendo uma bela obra de arte na minha vida!

E é claro parabéns pra todos os artesãos, artistas, músicos, desenhistas e outros de qualquer profissão, que tem a imensa felicidade de criar com a própria alma! E por isso, ganham de presente uma alma curada!

Beeeeijos!

:)






domingo, 16 de fevereiro de 2014

Chuva, chuvinha, chuvão!

Já fiquei seis meses sem chuva uma vez na minha vida, nos meus tempos quentes matogrossenses. Imagine o quanto isso pode ser desesperador! E pode apostar, é.  Em todo despertar a primeira solicitação feita em oração era sempre pra que a danada da chuva parasse de "graça" e desse logo as caras. Maaaaas, sobrevivemos. Agora no começo do ano vivemos uma pequena porcentagem da primeira escassez enlouquecedora, e sabe que pra mim foi ruim, mas não fez nem "cosquinha"! Sabe por que? Porque tudo de muito difícil que passamos na vida nos torna um pouco (ou muito) imunes a outros sofrimentos e aos muitos tipos de escassez que enfrentamos na vida. A vida vai engrossando a "casca" da gente, né? rs... é bem por aí.

Quando percebi os primeiros pingos da chuva que vieram  pra nos dar um gostoso fim de semana de aconchego e frescor, lembrei dessa comparação... aquela sensação de que tudo passa, de que as aflições que mais apertam nosso coração tem dia marcado para cessarem, do mesmo jeito que a chuva chega de mansinho sem avisar o dia que vem.

A chuva falha pra gente sentir falta dela! E falha porque é assim que tem que ser, e no fim das contas tudo isso tem seu valor.

O cheiro de poeira dos primeiros pingos, o barulhinho bom, o aconchego do cobertor e a delícia de se perder num dia molhado. A espera disso escassez nenhuma rouba da gente. Respirar e sentir paz. Abrir os olhos e ver a chuva e saber que o ciclo de tudo que é vivo, de tudo que é nosso, começa e se encerra sempre pra nossa evolução, em todos os sentidos.


domingo, 6 de outubro de 2013

Mostra cultural - orgulho da nossa gente!

Semana passada eu participei da abertura de mais uma edição da Mostra Cultural de Pedralva, que foi marcada por uma deliciosa serenata pelas ruas da cidade. Fiquei muito emocionada em cantar pelas ruas da "Pedralina", embaixo de um céu lindo, lindo, com pessoas tão queridas num coro cheio de bons sentimentos... o coração ficou exaltado, cheio de paz e alegria... enfim, até pensei em escrever um post, mas esperei pra Mostra rolar, que eu escrevia depois. Mas não dá pra esperar mais essa coisa linda terminar pra contar pro cêis o que eu senti. Pra quê economizar palavras quando elas estão loucas pra sair de dentro da gente, né messs?

Ontem, no segundo final de semana da Mostra Cultural, rolou o Festival da Canção. Pára tudo. Gente, o que foi aquilo? Que ES-PE-TA-CU-LAAAAAAAAAAAAAAAAAAAR!!  Que delícia ver a  nova geração chegando aí com tanto talento e "jeito pra coisa". Exalando tanto sentimento bom. Sabe, eu vou confessar uma coisa, eu tenho uma relação muito conflituosa com Pedralva. As vezes eu amo muito, até exageradamente (chegando à beira do bairrismo) e outras me dá nos nervos viver aqui. Acho que todo mundo que já morou tempos fora tem um pouquinho disso, né? Mas quando eu vivo uma noite como a de ontem meu ser fica completamente inundado pela confiança de estar fazendo a coisa certa. Eu não poderia estar vivendo em outro lugar que não fosse nessa cidade, que é linda principalmente pelas pessoas que a habitam. Eu tinha que estar no meio de gente sensível, que gosta de mostrar que gosta, que abraça apertado, que se importa... que vive a arte de um jeito diferente. Estar ali no Festival, ouvindo o que eu ouvi e encontrando as pessoas queridas (muitos abraços deliciosos) que fazem o sucesso dessa cidade e deste evento, é meio que "voltar o namoro" com Pedralva, voltar a acreditar em tudo de bom e de bonito que o lado sombra da city encobre.

Olha, e que bom que a gente tem gente que "arregaça as mangas" e faz as coisas aconteceram aqui! Muitos aplausos pro Rafa, Dio e João Cesar que organizaram tudo com tanto coração e comandaram os voluntários que trabalharam no festival com maestria! Cada um é sempre importante, cada pessoa que se doa um pouquinho pra coisa acontecer lindamente faz parte do sucesso, que tocou tanta gente ontem. É essa liga maravilhosa que faz a diferença!

E para os compositores e interpretes de ontem... que coisa linda, viu? Muitos, muitos, muitos, muuuuuitos parabéns meeeeeeeeeeesmo! Cada apresentação teve sua magia e todas merecem reconhecimento, independente de premiação.

E o gostoso disso tudo é saber que TEM MAIS! Fim de semana que vem vamos todos pra praça, vai ser lindo, principalmetne porque eu sei que vai ter um monte de gente dedicada trabalhando muito pra isso. Aproveito aqui o post pra divulgar a programação, quem ainda não provou o gostinho de ter orgulho da nossa gente, está em tempo!

Deixo aqui meu beijão pra todos os envolvidos e minha gratidão por viverem resgatando o meu amor por essa terra!



terça-feira, 1 de outubro de 2013

Desamor próprio... quem nunca?

Pensando aqui... quantas vezes negamos amor a nós mesmos sem nem perceber, e o que é pior, sem nem querer. Negar amor pra gente mesmo às vezes vem mascarado, escondidinho atrás de coisas aparentemente boas, muito boas, gostosas, muuuuuito gostosas ( e são tantas, né?) ... sensações, prazeres, gula, excessos, alegria efêmera, com hora marcada pra terminar. Nunca tinha parado pra pensar nas infinitas formas de desamor e hoje na ginástica me veio isso na "caixola" e fiquei muito afim de escrever sobre... sem querer dar lição de moral e pregar a necessidade de amor próprio. Longe disso. É só uma auto análise compartilhada.

Negamos amor pra gente quando não cuidamos do nosso corpo, da nossa saúde, comendo e bebendo excessivamente, ignorando os sinais do nosso organismo de que o "entrar" está passando dos limites. Frequentemente estamos nos desrespeitando, seja pela boca, pelos ouvidos, pelos olhos e por todos os nossos sentidos. Comendo alimentos sem qualidade, ouvindo assuntos desnecessários que não nos acrescentam nada de positivo pra vida, vendo porcarias na televisão e internet e, assim, nos permitindo viver a violência desenfreada que assombra a sociedade, deixando assim levar-nos pela energia coletiva, às vezes tão densa e desequilibrada, que anda dominando o mundo ultimamente. Lembrando que viver nessa energia ruim é uma escolha, e se é uma escolha , é também uma forma de desamor.

Nos desamamos quando toleramos pessoas que nos fazem mal, quando insistimos na convivência doentia. Quando vamos contra nossa vontade própria só pra agradar aos outros. O amor falta também quando nos boicotamos, deixando de tentar um novo amor, deixando de arriscar uma nova história. Nos distanciamos de nós mesmos quando nos achamos incapazes de conquistar, de surpreender, de despertar sentimentos nobres em outras pessoas.

A gente não se ama quando permitimos que as pessoas nos desrespeitem, brinquem com os nossos mais verdadeiros sentimentos... quando embarcamos em "barcas furadas" sabendo que aquele barco não tem a menor condição de navegar num rumo que vai nos trazer paz, alegria e amor, mas mesmo assim embarcamos, pelos míseros momentos de aventura e prazer que o começo da viagem vai nos proporcionar. E o trecho que vale à pena às vezes é tãããão pequeno! Enganamos à nós mesmos, nos iludimos e provamos com isso o quanto não nos amamos. Nossa, pensando assim eu vejo o quanto já me desamei... eu permiti todo o mal que já me atingiu.  Como que a gente deixa, né? Muitos auto-boicotes.

Mas tá bom, as coisas já melhoraram bem, hoje não permito mais... ou melhor, faço pelo menos um grande esforço pra não permitir que o desamor faça mais parte dos meus dias. São quase dois anos de mudanças nos meus hábitos, umas até radicais, e eu reconheço, não é mesmo fácil mudar, não é fácil se amar, mas se a gente não tenta, não vamos saber nunca o que é ter uma vida equilibrada. Hoje eu cuido e amo meu corpo como nunca tinha amado, me alimento bem (parei de comer carne, o que está sendo muito benéfico, diferente e surpreendentemente bom em muitos sentidos!), faço atividades físicas regularmente, respeito minhas preciosas horas de sono, cuido do meu bem estar espiritual, medito, rezo e confio que estou num caminho bom e saudável.

Olha só, hahaha... parece que estou fazendo propaganda de mim mesma... mas não é de mim, viu quem está lendo? É pra mim! Escrevendo eu vou encontrando respostas... já avisei lá em cima que é só uma auto análise compartilhada... rsrsr...

 Mas analisar isso tudo e chegar à algumas conclusões é assim... como posso dizer? Hum... é um sopro de novos tempos, de alegria real, de liberdade de ser, de amar... de se amar! E eu me olho  nesse momento e começo a perceber que está iniciando uma deliciosa paquera minha comigo mesma... e eu aqui torcendo pra virar um relacionamento daqueles bem bons! Vai virar! O casório vai ser o MÁXIMO! :)

E é isso...eu vejo que a vida não é perfeita, nada é sempre igual, os dias não vão ser sempre bons, mas podem ser saudáveis e equilibrados, se a gente aprender a se amar... de preferência assim...
LOU-CA-MEN-TE!