domingo, 15 de abril de 2012

Entrega


Hoje fiquei pensando muito em uma nova prática que tenho me esforçado (e desejado) para que se torne um hábito na minha vida: a entrega. Ao meu ver, a entrega é quando a gente entende que todos os acontecimentos da nossa vida obedecem a uma ordem natural e que o universo, Deus, e todas as forças vitais que nos comandam, independentemente de crenças e religiões, sabem exatamente o que é melhor pra nossa vida. As vezes o melhor nem sempre é o que a gente quer tanto, né?

Por isso a entrega é um exercício de desapego. Às vezes dolorido, né? Assim como é dolorido olhar pra dentro da gente, naqueles lugares que só nós temos acesso, e ver quanta coisa temos que resolver internamente ainda...

Então pensei que não queria sofrer pra me desapegar, e resolvi poetizar a minha entrega, pra que ela fique mais bonita e livre. Bolei mentalmente um exercício que anda funcionando bem. Agora, sempre que penso nas coisas que preciso fazer, nos meus desejos e planos, imagino que estão na palma da minha mão representados por muitas borboletas azuis. Me imagino então no alto de uma montanha linda para meu ritual de entrega, onde deixo todas elas voarem... e elas saem, uma a uma, num vôo lindo de liberdade... e vão... vão... vão... até que eu entendo que não pertencem mais a mim! Aí tudo se acalma...

O desapego ficou bonito!

É aconchegante demais pensar que todas as minhas borboletas estão voando livres pelo universo afora, que, com certeza, irá conduzi-las com maestria, fazendo com que elas retornem pra mim da forma mais certa e natural possível, sem complicações. Assim, terei a confiança de que tudo que acontecer terá uma permissão divina... universal.

Uma ótima semana de luz pra todos!


quinta-feira, 12 de abril de 2012

A vida sempre por um fio


Gente!!! Ontem quase fui mordida por uma cobra venenosa. Cheguei em casa à noite, depois de uma reunião, e as meninas esqueceram de deixar a luz acesa da garagem. Então deixei o farol aceso, acendi a luz e voltei pra fechar o carro. Quando voltei, tava ela ali, me olhando furiosa, e, em alguns segundos armou o bote. Ficou em pé, tão bonita e imponente, apesar de pequena, pronta pra se defender de quem praticamente a assassinou com a cabeça esmagada. Olha isso, eu quaaaase pisei nela no escuro!! Dei um jeito de voltar pra perto do carro e fiquei observando de longe. Aos poucos ela foi se acalmando, desarmou o bote devagarinho e seguiu pela grama afora. Ui!! Essa foi por pouco, hein?

Essas coisas sempre fazem a gente refletir um "cadim"e dar uma boa viajada nas coisas da vida. Mas sabe que tive uma viagem feliz? Pensei que, caso a "furiosa" tivesse disparado aquele bote imponente, acertando em cheio em mim, e se o veneno dela fosse fatal e eu não sobrevivesse, como que ia ser morrer poucos dias depois de ter completado meus 40 anos. Olha, embora eu seja nova (ou me sinta nova! rsrs...), tenha muuuuita vontade ainda de viver muitas coisas, eu acho que já vivi muito bem e não seria o "fim do mundo" morrer (hahah... essa é ótima!).

Sabe? Errei um bocado mas tive muitos acertos, experimentei viver de várias formas, conheci um mundaréu de gente, tive filho, escrevi livro, plantei árvore, enxerguei meus defeitos, reconheci minhas fraquezas, ri muito, chorei, sofri e sobrevivi, me entreguei na maioria das vezes, de corpo e alma, pras coisas que fiz. Amei. É claro que eu não queria morrer, mas se morresse acho que ia ter ido em paz.

É bom parar um pouquinho pra pensar, todos os dias, como seria morrer agora. Esse exercício pode trazer lições interessantes, para percebermos como somos frágeis e como estamos constantemente suscetíveis ao "o que virá". A vida é uma incógnita, mas mesmo sendo tão misteriosa, temos o poder de fazer dela "O" acontecimento. O acontecimento diário, pra morrer bem, pra morrer satisfeito. Ninguém quer morrer, mas todo mundo vai um dia... e é vivendo todos os dias bem que a gente vai ter uma morte boa.

Aí olho nesse momento pra minha varanda azul e penso na cobra, que está neste espaço em algum lugar, sã e salva. Que bom que ela apareceu ontem à noite pra me fazer pensar um pouco. Mas que bom também que não aconteceu nada de ruim com a gente. Nem ela atrapalhou a minha vida e nem eu a dela, né?

Se Deus quiser, ainda vamos viver muitos anos, muitas coisas ótimas!



quarta-feira, 28 de março de 2012

Pedralva que a gente ama


Quem é daqui sabe o valor que essa terra tem. Mas quem é daqui e viveu ou vive há muitos anos longe, sabe MUITO mais o valor grandioso de Pedralva, da simplicidade e bondade das pessoas, das maravilhas das nossas belezas naturais, enfim, de como é bom estar aqui. Vivendo longe a gente morre de saudade, conta os minutos pra voltar, não é assim?

Quando decidi voltar pra viver em Pedralva tudo se clareou dentro de mim. Tudo se alegrou! Vim por amor, por ideologia e por acreditar em todas as coisas boas que podem acontecer neste nosso paraíso escondidinho no meio das montanhas. Vim com vontade de dar alguma contribuição pro progresso dessa terra, por menor que seja, mas que possa fazer alguma diferença na vida dessa gente linda. Vim sabendo que coisa pra fazer tinha, e que era só esperar o tempo certo pra poder ajudar de alguma maneira.

Tem tanta coisa pra melhorar, né? Tantos problemas! Mas a gente ama Pedralva mesmo assim! A gente ama mesmo com as ruas esburacadas, a gente ama com a administração inadequada que judia da pobrezinha, com a falta de valor que alguns cidadãos dão pra ela. A gente ama e sofre.

Sofre porque Pedralva é tão linda e tem taaaaaanto potencial, pra um mooooonte de coisas! Sofre, sofre, sofre e às vezes fica quietinho sem fazer nada, né? É tanta gente boa e bem intencionada calada! Não dá pra acreditar.

Se todas essas pessoas "do bem" se unissem pra virar o jogo, meu Deus! Que coisa linda que ia ser! Eu acredito que isso é possível. Você não acredita?

É hora de sair do silêncio, gente querida de Pedralva! É ano de eleição!!!

Pedralva precisa ser tratada como ela merece!
Porque ela, ME-RE-CE!!!!

segunda-feira, 26 de março de 2012

Siga meus olhares!

Para meditarLuzSopro de felicidadeSublimePintura de DeusMoldura
FamíliaVidaLevezatransparenciaFimPar
SilhuetaQuase postalBandeiraProximidadeSoberaniaDeslumbre
LuaSintoniaBrilho ofuscante duploMolduraReiNo fim

Conheça no Flickr o meu trabalho fotográfico. Fique à vontade!

Nave espacial



Hoje acordei mergulhada na minha infância. Lembrei da forma como eu via a vida cheia de encantamento e beleza, e é claro, com uma miscelânea de mistérios, que despertavam em mim um enorme apetite em desvendá-los, um a um. A vontade de ver o que tem atrás da montanha, que nunca me abandonou. As lembranças de infância nos remetem pra coisas boas da gente, né?

Me vi correndo por todos os lados aqui do sítio, tão pequena, tão sapeca... tão, como dizia a mamãe, "embosteirinha". Lembranças ainda tão vivas! Olhei pra tudo com os olhos de antigamente.

A nossa gigante piscina que hoje se transformou na mansão dos sapos, que me fazem adormecer nas noites chuvosas semi silenciosas , com o mantra que eles entoam para, naturalmente, atrair o amor (Essa é a minha versão "romantizada" da disputa dos machos pelas fêmeas do pedaço! rsrsr.. obrigado pela bela explicação porque os sapos cantam tanto nas noites de chuva, Capela! ).

Nessa piscina tenho uma das lembranças mais lindas da minha mãe. Eu devia ter uns 6 ou 7 anos. Numa das férias inesquecíveis que eu e meus irmãos passávamos na Fazenda Santo Antonio, do Tio Elpídio, eu quis vir embora antes do fim de semana (quando éramos entregues aos nossos pais), porque fiquei com uma saudade louca e inexplicável da mamãe. Então a Tia Vera me colocou sozinha no ônibus "Leiteiro", que trazia os moradores da fazenda pra cidade e a produção de leite de lá, que era destinada como matéria prima pro laticínio do meu pai. Então o ponto final era aqui mesmo. Cheguei, rodei a casa inteira e nada da Dona Cibele! Aí de repente escutei uma "risadaiada" na piscina, corri lá e minha mãe estava nadando com as queridas tias Marias, irmãs dela. Quando me viu, ela deu um sorrisão, meio assutado, e perguntou porque eu já tinha vindo embora, aí eu falei que tava com saudade dela. E ela, com tanto amor, me deu um sorriso maravilhoso e falou: "Ô filhinha!! Então vem aqui meu amor!", aí eu pulei de roupa e tudo na piscina, pra encontrar aquele abraço e aquele colo gostoso. E ali ficamos emaranhadas, com a água quentinha nos envolvendo em uma energia de paz. Era como se o mundo tivesse deixado de existir e só nós duas habitávamos o universo de amor que se transformou a piscina. Saudade... a presença da ausência. É a piscina, que não é mais piscina, que me lembra que não posso mais voltar pra casa antes do fim de semana, porque não vou mais encontrar a mamãe em casa.

A mamãe agora só encontro no coração, onde, juntas, estaremos eternamente abraçadinhas dentro da mansão dos sapos.

Tantas lembranças! Quando comecei a produzir este post de hoje eu queria contar outra história, aí a alma foi vagando, fui deixando fluir e caí na piscina com a mamy's. Ah, tá valendo, né? Então vamos pra onde eu ia começar.

O brinquedo que mais me fascinava era a nave espacial criada pelo Toninho, meu irmão. A nave era o secador de café que hoje fica em frente a janela do cantinho onde trabalho, contando histórias. Ele era imponente, e, para a visão de nossos corpinhos pequenos, era uma máquina gigante e poderosa! Toninho era muito criativo e transformou o espaço onde caía o café, já seco, na cabine da nave espacial, com direito a um moderno painel de controle, direção e toda uma parafernália que alimentava nossa imaginação rumo ao espaço sideral. Para entrar na nave a gente se espremia por um orifício com cerca de uns 30 centímetros. Imagina isso! Toninho era meu herói, o admirava como um astronauta dos mais inteligentes e famosos! Mas ele tinha um ciúme louco da nave, e, que ele não me ouça, minha maior alegria era que a gente estudava em turnos diferentes, então tinha um período livre pra entrar na nave sem maiores repreensões. Lá eu me sentia como meu herói, com um universo imenso para explorar!

A nave era a nossa alegria. Do Toninho, minha, da Cristi e dos primos Juninho, Lica e Gói. Os únicos tripulantes que tinham acesso ao nosso intergalático mundo encantado. A tristeza ficava por conta dos meses de safra, onde o papai desmontava nossa nave pra secar o café. Aí a gente tinha que inventar outras brincadeiras.

Chinelo não parava nunca no pé. Os ardidos "mertiolates e mercúrios" foram então nossos companheiros indesejados de infância. Como nos faziam sofrer!!! Tanta coisa ! Brincar de pique no meio do milharal, descer no cantinho da estrada rodando nas enxurradas. Nossos deliciosos pique niques na árvore gigante!

E tem as coisas tristes também! As brigas com os irmãos, as artes traduzidas em castigos, as palmadas! Os cachorros que morreram... aaai os cachorros! A gente chorava tanto! Cada um que partia era um vazio enorme que ficava, que só era preenchido com a chegada de outro "amigão"de todas as horas. Hoje penso que a morte destes bichinhos na nossa infância são um ensaio, que a vida nos submete, para as grandes perdas que temos que enfrentar mais pra frente!

Quanta coisa do nosso passado que a gente esquece, deixa de lado, apaga, ignora. Quanta coisa que nos formou! Quantos pedacinhos de todas estas histórias, boas e ruins, se transformaram em mim. Somos moldados na dor e na alegria.

A gente fica adulto e esquece daquilo que não foi bom, mas esquece também da nossa parte mais feliz. Aí vem o vazio, a depressão, amargura, apatia... e não sabemos porque, né? Chega uma hora que a infância invade o mundo chato dos adultos e faz um estardalhaço, grita, grita, grita , um grito forte, um grito pra salvar do perigo, pra resgatar.

E quem topa ouvir e embarcar nessa viagem de volta, descobre que as histórias de infância ainda estão vivas, e que são elas que vão trazer pra gente grande parte das respostas pras perguntas que acumulamos na "vida de gente grande".

E estas respostas decifram enigmas e podem nos transformar nos mais poderosos astronautas que já existiram no universo!




















segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Lichia





Hoje no café da manhã eu me deliciei comendo as lichias que a Ângela querida trouxe ontem pra mim, de uma árvore linda lá da casa do Edu. Deliciosas! Fiquei fã da árvore (pé de lichia). Nunca tinha visto. Eu achava que era um pé pequeno que dava as frutinhas, como se fosse um pé de maracujá. E quando vi aquela árvore enooorme carregada de lichias, até suspirei! Que coisa linda de ver! O contraste do verde das folhas com o vermelho da fruta, fica uma belezura que só!



Aí hoje fiquei olhando pra fruta (viagem matinal! rsrsrs...), um vermeho tão lindo, dentro aquela "carninha" branca saborosa e... A SEMENTE! Quando fiquei analisando a semente me deu um "clic!!", vou plantá-la no meu quintal! Era uma semente grande e gordinha e me lembrei que quando conheci a árvore, a querida Tia Bel, mãe do Edu, tinha dito que as gordinhas que eram sementes boas pra plantar.



Aí fui eu plantar a semente, com toda esperança do mundo que ali realmente naça (credo, como que escreve naça... nasca, nassa? rsrsr...) uma árvore linda igual na casa da Tia Bel e que meus netinhos possam um dia se deliciar com as lichias que a vovó Ana plantou pensando neles! Hahah... que viagem! Plantei lá bonitinho e coloquei umas pedrinhas ao redor da cova, para que eu saiba onde tenho que regar. Agora é ter fé pra que dê tudo certo.



Nossa, eu acho que nunca plantei uma árvore. Plantei?... ah! realmente não estou lembrando. Acho que se tivesse plantado não teria esquecido. Que coisa, né? Aí fiquei pensando também que coisa louca que é o livre arbítrio na vida da gente. A gente pode ser tudo ou nada. O poder da escolha está conosco a cada minuto. Eu poderia ter jogado a semente no lixo e ela nunca brotaria (mas vai saber, né? De repente brotaria no Lixão e levaria um pouco de beleza praquele lugar feio) e aí eu, do nada, decidi plantá-la, dando a chance de, se tudo correr bem, ela crescer e se densenvolver. Quantas sementes de lichia, em forma de oportunidades, de sentimentos nobres, de chances de fazer o bem, de ser feliz, estamos jogando diariamente no lixo, né?



Às vezes as coisas só precisam de um empurrãozinho pra acontecer. Tudo depende da nossa escolha. De repente aparentemente uma escolha pequena, boba... mas que pode se tornar uma bela e frondosa árvore de lichia.



Muitos beijos e tenham todos uma ótima semana!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Anjos da guarda vivos





Estamos estudando, há algumas semanas, no Núcleo de Estudos Espíritas onde frequento, o capítulo do Livro dos Espíritos (Allan Kardec) que fala sobre os Anjos Guardiões e Espíritos Simpáticos, ou se preferir, espíritos amigos. É impressionante a influência positiva que estes seres evoluídos podem ter na nossa vida, é claro, se permitirmos. Lê-se por permissão: se estivermos com uma boa vibração, se estivermos abertos e se pedirmos sua ajuda.


Estou adorando este estudo, fico contando os dias para que cheguem logo as terças e quartas-feiras para que as nossas deliciosas discussões tragam tanta luz pra nossa noite. O grupo também é um show. Uma delícia a afinidade dos participantes e a espontaneidade que todos nós conseguimos ter nos dias de reunião. Em alguns momentos nosso estudo parece até uma terapia de grupo! rsrsr... Muito bom!


O dia hoje nas montanhas amanheceu lindo, lindo, lindo!!! Eu acordei pensando no estudo de ontem e no Rafa. Ontem ele tava num daqueles dias que não vemos graça nas coisas, sabe? Falei com ele no face e já notei a "rabujisse". Aí dei um tempinho do trabalho (ai que LUXO poder fazer isso!!!) e fui buscar o Rafa pra gente tomar um café com pão de queijo. Curtimos o quintal, chupamos uva no pé, demos risada... enfim, tarde muito gostosa. Daí quando fui deixá-lo em casa o convidei pra ir na reunião comigo e ele aceitou com simpatia. E ontem foi mais uma noite de reunião harmoniosa e divertida. Que bom, né? Quando fomos embora o Rafa me falou assim: "Hoje você foi meu anjo da guarda". Que belezinha... então foi nisso que eu acordei pensando hoje.


Fiquei analisando quantos anjos guardiões vivos temos na nossa vida: um amigo, um pai, uma mãe, um irmão ou até mesmo um desconhecido. Do nada as vezes uma pessoa fala uma coisa pra gente que precisamos ouvir e dá aquele estaaaalo, não dá? E aquilo que a pessoa disse clareia imediatamente as nossas idéias. A diferença dos anjos vivos e dos desencarnados, é que os vivos ouvimos com facilidade (falaaaaaram!!!), já os desencarnados ouvimos pela intuição, por um pensamento sugestivo ou até por um sentimento harmonioso. Eu nem sei dizer quantos anjos vivos já me ajudaram nesse mundão de Deus, viu! E na maioria das vezes eles nem percebem o bem que fazem pra gente! É desse jeito!


Rafa querido, tantas vezes você também é meu anjo e de tantas outras pessoas! Esteja sempre aberto pra influência positiva dos guardiões vivos e desencarnados! Eles podem aparecer nos momentos que a gente menos espera! E se estivermos abertos, podem fazer maravilhas na vida da gente! :)


Aproveitando a carona do post, quem estiver em Pedralva e tiver curiosidade de conhecer e participar das nossas reuniões de estudo, segue o endereço e os horários:


- Núcelo de Estudos Espíritas Humberto de Campos

Endereço: Rua Coronel Machado, 278 (entrada pela garagem da casa do Sr. Antonio Fortes, no primeiro andar do prédinho).

Reuniões de estudo:



  • Terça-feira - 19h30 às 20h30 - Livro dos Espíritos

  • Quarta-feira - 19h30 às 20h30 - Evangelho segundo o espiritismo

Beijo grande, vamos curtir o soooool e que sejam muito bem vindos todos os anjos!